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ACATE firma parceria com escritórios de advocacia

A Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) apresenta novos apoiadores institucionais jurídicos, com o objetivo de discutir temas relacionados à legislação de interesse do setor de tecnologia e orientar seus associados sobre assuntos relevantes. Dessa forma, a ACATE passará a compartilhar conteúdos produzidos em parceria com os escritórios de advocacia Mosimann-Horn, de Florianópolis, e Silva, Santana & Teston, de Joinville. Os materiais estarão disponíveis nas redes sociais e no site da ACATE.

Thays Joana Tumelero e Rodrigo Horn são os responsáveis pela área de tecnologia e inovação do escritório Mosimann-Horn e pelo programa Optima MH, movimento que surgiu com o objetivo de conectar os novos mercados e a economia criativa com uma advocacia ágil, informal e focada na experiência do cliente. Os advogados comentam que a aproximação com a ACATE permite que o escritório contribua e compartilhe sua experiência, multidisciplinaridade e especialização com o ecossistema.

“Nosso desejo maior é colaborar. É uma aproximação engrandecedora para os dois lados. As empresas poderão aproveitar o nosso vasto conhecimento. Por outro lado, o escritório se beneficiará com novos desafios e debates”, afirma Horn, que aprendeu sobre inovação na Universidade da Califórnia, onde concluiu seu MBA. “A ótima experiência que tivemos ao expor no centro de inovação da Capital sobre o tema Proteção de Dados mostrou que a aproximação é uma via de mão dupla. O ecossistema conhecerá novos e relevantes temas, e o escritório saberá quais são suas dúvidas e anseios. É gratificante”, complementa Thays.

Veja a notícia na íntegra aqui.

Incentivo financeiro às startups

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) publicou as normas para o financiamento coletivo de pequenas empresas pela internet, o chamado crowdfunding de investimento. Regularizada, a “vaquinha virtual” deve ajudar especialmente as startups na atração de investidores. O advogado Eduardo Moretti, do escritório Mosimann & Horn, membro da comissão de Direito Digital da OAB/SC, explica que a segurança nas operações virá do controle que a CVM irá exercer sobre as plataformas eletrônicas destinadas ao crowdfunding, que deverão obter autorização de funcionamento junto ao órgão, enquanto as ofertas de empresas serão dispensadas de registro, para tornar a captação ágil e simplificada.

Fonte: Notícias do Dia – Panorama | Pág. 12 | 19.07.2017